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Apesar de alguns avanços, o Brasil ainda deixa a desejar – e muito! – quando assunto é o direito universal de acesso ao saneamento básico.

De acordo com os percentuais de cobertura registrados pela PNSB – Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008, apenas 55,2% dos municípios mantêm coleta de esgoto pela rede geral e 1/3 fazem o tratamento. As populações mais vulneráveis ficam em regiões periféricas e nas zonas rurais, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.Saneamento1

Assim, será difícil atingir as metas dos ODM – Objetivo de Desenvolvimento do Milênio, da ONU – Organização das Nações Unidas, que propôs redução de 2/3 da mortalidade infantil de crianças menores de cinco anos, e queda pela metade, da proporção da população sem acesso permanente e sustentável à água potável segura e esgotamento sanitário, entre 1990 e 2015.

Entre as metas, está reduzir em 2/3 a mortalidade infantil de crianças menores de cinco anos, e à metade, a proporção da população sem acesso permanente e sustentável à água potável segura e esgotamento sanitário, entre 1990 e 2015.

No 4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODM do final do ano passado, consta que o Brasil urbano mantém indicadores abaixo de países como Jamaica, República Dominicana e Territórios Palestinos. Já a área rural é comparada às africanas.

Os problemas decorrentes disso vão além do mau cheiro e a beleza do local. Atinge a saúde e o meio ambiente, gerando grandes despesas aos cofres públicos tentando implementar medidas paliativas que concertem os problemas gerados ao invés de investir na raiz do problema.

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