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Quando o assunto é sustentabilidade, ideias não faltam para que a população tome consciência da importância de hábitos e atitudes que colaborem de forma eficaz aos recursos naturais. Dessa forma, a pavimentação ecológica conquistou uma nova demanda, como explica o engenheiro Claudio Castro, da empresa TecPar. “A demanda pelo piso intertravado cresceu 50% em 2011, hoje percebemos uma mudança de visão para quem realiza obras, a questão do impacto ecológico está cada vez mais em alta”, esclarece.

Neste sentido, a escolha pela pavimentação ecológica divide-se em duas vertentes: o piso intertravado e o paralelepípedo. No primeiro, são peças pré-fabricadas de concreto, que se encaixam umas às outras, sem que haja a necessidade de mão de obra especializada. Antes do assentamento do piso, o solo é revestido de areia de ajuntamento ou pó de pedra. As peças podem ser coloridas demarcando pontos sem que haja a necessidade de pintar o chão. “Este tipo de pavimentação pode ser usado em loteamentos, condomínios fechados e indústrias”, indica Claudio.

Já o paralelepípedo, que é um pavimento mais antigo, é indicado para locais que não necessitem de um monitoramento freqüente, como ruas periféricas, pátios industriais, loteamentos e postos de combustíveis. As frestas que ficam entre um paralelepípedo e outro são preenchidas ou rejuntadas com pedrisco. “O paralelepípedo é ecologicamente correto e duradouro, menos agressivo ao meio, é de fácil execução e manutenção”, explica o engenheiro Claudio.

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Em ambos os casos podem aparecer gramíneas entre as juntas, estas por sua vez, desempenham funções importantes, pois diminuem a velocidade de escoamento e permitem a infiltração da água da chuva para o lençol freático, conseqüentemente minimiza os riscos de enchentes, além de dissipar o calor.

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