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O paralelepípedo é considerado um pavimento ecologicamente correto pois não utiliza rejuntamento de argamassa, o que permite a infiltração da água da chuva, possibilitando  a recarga do lençol freático, a diminuição da vazão escoada para os mananciais e diminuindo o risco de enchentes, já que utiliza para o rejuntamento areia ou pedrisco.

Foto: Cidade São Paulo

Esse tipo de rejuntamento se dá da seguinte maneira: é feito o espalhamento e sarrafeamento da areia ou pó de pedra, para que o assentamento do paralelepípedo se realize. Uma vez assentados, ocorre o rejuntamento com pedrisco ou areia, sendo concluído o calçamento com a utilização de um rolo compressor, para que o pavimento seja compactado.

O fato de ser ecologicamente correto só traz vantagens e é devido a suas características geológicas e a própria escolha do rejunte que o paralelepípedo se caracteriza como um pavimento que absorve menos calor, uma vez que a pedra tende diminuir essa absorção  e a espessura do calçamento em contato com a base facilita a dispersão do calor.

Além disso, após algum tempo é comum aparecer fungos e gramíneas entre as juntas, em meio ao rejunte de pedrisco e areia, e apesar de imperceptíveis  essas colônias de vegetais e fungos são importantes na hora de absorver a água e nutrientes, contribuindo para que partículas de poluição e resíduos deixados pelos pneus, que são tóxicos, sejam eliminados. Outra vantagem desses inquilinos é que também diminuem a velocidade de escoamento das águas superficiais.

Pnsar no tipo de rejunte, nas características do piso e no meio ambiente são elementos que não devem ser deixados de lado. Já sabia sobre essas curiosidades? Comente!

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