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Começou hoje, em Fortaleza, o plano de implantação do projeto sueco Fator Verde. O projeto, realizado em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente e Controle Urbano do Município (Semam), tem o objetivo de implantar medidas de desenvolvimento sustentável, ensinando aos empresários locais estratégias para a redução de danos ao meio ambiente. A região que será beneficiada é a da Sabiaguaba, um dos maiores patrimônios de biodiversidade da capital cearense, tornando-se o primeiro bairro ecológico de Fortaleza.

O Fator Verde deve estabelecer regras de licenciamento ambiental para todos os tipos de empreendimentos no bairro escolhido,  tanto para o setor público, quanto para o privado, que terão que se adaptar às novas regras a partir de agosto, prazo para o término da elaboração do plano de manejo do projeto, que ainda será votado pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente.

Com a aprovação, profissionais da construção civil deverão basear seus projetos dentro das medidas estabelecidas. Para isso, é imprescindível a utilização de produtos sustentáveis, associando a escolha de materiais ecológicos à técnicas ambientalmente corretas. É aí que entra o bom e velho paralelepípedo e o piso intetravado. Para Claudio Castro, consultor da Tecpar, o piso intertravado é uma excelente opção para quem procura construir um imóvel sustentável. “O piso intertravado é uma opção tão permeável e ecológica quanto o paralelepípedo”, diz. O engenheiro também afirma que entre os benefícios deste tipo de pavimentação estão a cor clara da pedra, que garante economia de iluminação e o fato de ser pré-moldado, reduzindo gastos com a instalação e manutenção.

Além de utilizar índices de sustentabilidade e outros parâmetros ambientais na hora de construir o imóvel, é possível garantir um plano de gestão e desenvolvimento de ambientes que amenizem as mudanças climáticas e promovem a biodiversidade, prezando também a estética. “O piso intertravado é uma forte tendência tanto em matéria de beleza, quanto na preservação do meio ambiente. Sua permeabilidade, rápida execução na aplicação, reutilização e a não deformação, fazem desse pavimento uma opção cada vez mais atraente para as construções e para o bolso do consumidor”, conta o engenheiro da Tecpar.

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