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Choveu, alagou! Quem já não se deparou com lugares em que uma chuva de 20 minutos é suficiente para alagar ruas e residências? Isso acontece quando o volume de água de um rio, córrego, lago ou mar é superior ao que ele pode comportar. E para os centros urbanos gera grandes transtornos, pois boa parte dos estragos é causada pela própria ação do homem.

A impermeabilização do asfalto na rua, o crescente número de construções e a redução de áreas verdes acabam dificultando a drenagem da água através do solo e o retorno ao lençol freático, o que aumenta da freqüência das enchentes.

E é por isso, que atualmente existem meios de se controlar e, até mesmo, evitar essas situações tão caóticas. Cidades do mundo inteiro tem se dedicado a acabar com o hábito de cimentar áreas comuns, incentivando a manutenção de áreas verdes e a pavimentação ecológica.

A aplicação de paralelepípedos, por exemplo, pode ser uma solução prática e ecológica. Segundo engenheiros especialistas existe entre os paralelepípedos um espaço de dois centímetros, e através deste espaço a água penetra e é absorvida para o subsolo. Além disso, o rejunte deste piso é feito com pedrisco, facilitando o escoamento da água.

“Entre os paralelepípedos há um espaço de mais ou menos dois centímetros. Através dele, a água penetra e é absorvida pelo subsolo. Outro fator positivo é que o rejunte desse material é todo feito com pedrisco, o que facilita o escoamento da água”, esclarece, explica o engenheiro Claudio Castro, consultor da Tecpar Pavimentação Ecológica.

Ainda de acordo com Castro, o paralelepípedo tem um poder de absorção de 50%. “Por isso é tão aconselhável, principalmente, nos lugares com risco de inundações, já que não contamos com uma lei que limite o uso do asfalto”, salienta.

E você? O que acha da pavimentação com paralelepípedos? Deixe seu comentário.

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